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| [pic by bneubern] |
nós eramos escravos de nós mesmo, cercando tudo com limites imaginários.
não era questão de ousadia simplismente... era dar forma ao que nos sondava abstrato e que nos alimentava das mais sólidas emoções.
o tropeço no mundo real, ainda que desenhado com tinta, significaria o rompimento destas barreiras com o cimento de "cruz-peso-sobre-os-ombros".
era assim que acontecia.
não era questão de ousadia simplismente... era dar forma ao que nos sondava abstrato e que nos alimentava das mais sólidas emoções.
o tropeço no mundo real, ainda que desenhado com tinta, significaria o rompimento destas barreiras com o cimento de "cruz-peso-sobre-os-ombros".
era assim que acontecia.
eu supunha que abstrações não limitavam meu mundo apenas e que desde o princípio eu não era a única "a me exibir pra solidão"...
ocorria que os traços, nem sempre tão claros, me conduziam num "ligue os pontos" e eu buscava com a mesma empolgação da infância o contorno do imaginário, amigo ou inimigo (não estou bem certa).
por vezes tais limitações me tornavam prisioneira de mim e eu assistia a tudo cercada por grades que forjei quando das verdades que buscava me encantava um suposto "pode ser".
sim, me encantava!
notei nos últimos dias que este encanto é motor de minhas letras, ainda que nem sempre bem recebidas considerando que nos olhos de quem lê se perdem por caminhos próprios.
notei nos últimos dias que este encanto é motor de minhas letras, ainda que nem sempre bem recebidas considerando que nos olhos de quem lê se perdem por caminhos próprios.
problema latente quando penso estar encantada no giro de moinhos de vento, neste momento as inquietações por aqui parecem gritar entre falsos aplausos de gente estranha a absolutamente tudo o que sinto.
paciência!
sinto ainda que caso minhas letras liguem novamente o contorno destes pontos, o desenho lembraria o encantador "pode ser" e novamentente assistiriamos a tudo nestas grades que forjamos como desculpa para não ousarmos...

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canta para mim qualquer coisa assim sobre você...